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Radar de Celulares

Dados de 03/10/2026

Como escolher um celular pelo que você usa

A escolha depende do que você faz no aparelho. Para conversa, redes e vídeo, a régua do Radar é 128 GB e bateria de 5.000 mAh: 57 aparelhos do catálogo passam, com mediana de R$ 1.788. Jogo, foto e longevidade pedem mais memória. Dados de 03/10/2026.

Atualizado em 03/10/2026, com a coleta da semana.

Etapa 1 de 7

Marque o que você faz

Cada uso pede uma coisa diferente da ficha técnica.

Um celular bom para jogo é caro demais para quem só usa mensagem e vídeo, e um barato demais deixa o jogador na mão. Marque o que você faz no aparelho. Em cada etapa abaixo, a régua vem junto com os aparelhos do catálogo de hoje que passam nela.

Etapa 2 de 7

Conversa, redes e vídeo

O uso da maioria: o que você já faz hoje, só que sem travar.

Mensagem, redes, vídeo, mapa e banco rodam bem em aparelhos de entrada. O que irrita depois de um ano é a memória cheia e a bateria que não chega à noite. A régua do Radar para este uso: 128 GB ou mais de armazenamento (o espaço em que ficam fotos, apps e vídeos) e bateria de 5.000 mAh ou mais (a capacidade da bateria).

57 dos 118 aparelhos do catálogo passam nessa régua. A mediana de preço deles é R$ 1.788 e a mediana da nota de ficha técnica é 6,8. Os mais baratos:

Ver estes aparelhos no gráfico

Com 20 aparelhos de 4 GB de RAM no catálogo, a mediana de preço é R$ 1.061; com 8 GB (52 aparelhos), R$ 2.224. A RAM é a memória de trabalho: quanto mais, mais apps ficam abertos sem recarregar. Para este uso, a diferença não faz falta.

Etapa 3 de 7

Jogos e muitos apps abertos

Aqui a ficha pesa: chip, RAM e rede.

Jogo pesado e muitos apps abertos pedem o chip (o cérebro do aparelho) e a RAM. A régua: 8 GB de RAM ou mais, 256 GB ou mais e 5G, porque jogo online e atualização grande pedem velocidade.

56 dos 118 aparelhos do catálogo passam nessa régua. A mediana de preço deles é R$ 4.008 e a mediana da nota de ficha técnica é 7,8. Os mais baratos:

Ver estes aparelhos no gráfico

A mediana de preço sobe de R$ 2.224 nos aparelhos de 8 GB para R$ 7.120 nos de 12 GB ou mais (30 aparelhos). Quem joga pouco paga esse degrau sem sentir.

Etapa 4 de 7

Fotos e vídeos

A nota mede a ficha da câmera, não a foto que ela tira.

A nota de ficha técnica do Radar olha megapixels, número de lentes e zoom óptico. Ela não vê foto real, então use-a para separar o básico do completo e olhe amostras de teste antes de decidir. Foto e vídeo também ocupam espaço: a régua pede 256 GB ou mais.

82 dos 118 aparelhos do catálogo passam nessa régua. A mediana de preço deles é R$ 2.668 e a mediana da nota de ficha técnica é 7,5. Os mais baratos:

Ver estes aparelhos no gráfico

Os três com a maior nota de câmera na ficha, hoje:

Etapa 5 de 7

Bateria para o dia todo

Capacidade em mAh, com uma ressalva do catálogo.

A capacidade da bateria vem em mAh. A régua para ir de manhã à noite sem carregador: 6.000 mAh ou mais. A autonomia real depende também de tela e chip, então a capacidade é um piso, não uma promessa.

18 dos 118 aparelhos do catálogo passam nessa régua. A mediana de preço deles é R$ 1.899 e a mediana da nota de ficha técnica é 6,5. Os mais baratos:

Ver estes aparelhos no gráfico

38 dos 118 aparelhos do catálogo não informam a capacidade da bateria (os iPhones, por exemplo) e ficam fora deste filtro, mesmo quando duram o dia.

Etapa 6 de 7

Ficar anos com o mesmo aparelho

Para quem troca de celular a cada quatro anos ou mais.

Para durar, pesam a memória (RAM e armazenamento), o ano de lançamento e a versão do sistema que o aparelho recebeu. A régua: 8 GB de RAM ou mais e 256 GB ou mais.

73 dos 118 aparelhos do catálogo passam nessa régua. A mediana de preço deles é R$ 2.800 e a mediana da nota de ficha técnica é 7,6. Os mais baratos:

Ver estes aparelhos no gráfico

Os três com a maior nota de longevidade na ficha, hoje:

Etapa 7 de 7

Quando pagar mais deixa de render

O preço sobe mais rápido que a nota.

Nas faixas baixas, um ponto a mais de nota de ficha técnica custa cerca de R$ 320 (de nota abaixo de 5 para nota de 5 a 5,9). Nas faixas altas, o mesmo ponto custa cerca de R$ 6.335 (de nota de 7 a 7,9 para nota 8 ou mais). A conta divide a diferença da mediana de preço pela diferença da mediana de nota entre faixas vizinhas.

Isso não diz que o caro é ruim. Diz que, a partir de certa faixa, você paga muito por uma melhora pequena na ficha. Veja a conta completa no panorama e compare dois aparelhos na ferramenta de comparar.

Próximo passo

Veja os aparelhos que passam na sua régua

O gráfico mostra cada celular novo por preço e nota de ficha técnica. Use os filtros de memória, bateria e rede, ou volte ao painel do guia para abrir o gráfico já filtrado.

Perguntas frequentes

Quanto de RAM eu preciso em um celular?

Para mensagem, redes e vídeo, 4 GB atendem: no catálogo de 03/10/2026, os de 4 GB têm mediana de preço de R$ 1.061. Jogo pesado e muitos apps abertos pedem 8 GB ou mais, com mediana de R$ 2.224 nos de 8 GB. A RAM é a memória de trabalho do aparelho.

Vale pagar mais caro em um celular?

Depende da faixa. Entre os aparelhos mais baratos, um ponto de nota de ficha técnica custa cerca de R$ 320; entre os mais caros, cerca de R$ 6.335. A partir de certa faixa, o preço sobe muito mais rápido que a nota.

Como saber se um celular é bom sem entender de processador?

Use a nota de ficha técnica do Radar, de 0 a 10. Ela junta chip, memória, tela, câmera, bateria, conectividade e ano de lançamento com pesos públicos. Compare aparelhos de preço parecido e olhe o componente que importa para o seu uso. A nota não mede foto real nem durabilidade.

Qual celular tem a maior bateria?

No catálogo de hoje, a maior capacidade informada é a do Oppo Find X9 Pro, com 7.500 mAh, por R$ 9.999. Capacidade não é autonomia: tela e chip mudam quanto tempo a bateria dura. 38 aparelhos não informam a capacidade.

Qual celular tem a melhor câmera pelo preço?

A nota de ficha técnica mede a ficha da câmera, não a foto. Pela ficha, os de maior nota de câmera hoje são Motorola Moto G77 (R$ 1.639), Motorola Edge 30 Neo (R$ 2.141), Oppo A60 (R$ 1.211). Para decidir pela foto de verdade, olhe amostras de teste de cada modelo.

Como leio o gráfico?

Cada ponto é um celular novo. Quanto mais para a direita, mais caro; quanto mais para cima, melhor a nota de ficha técnica. O preço usa escala logarítmica: cada divisão vale mais reais que a anterior, para os aparelhos baratos não ficarem amontoados. A linha liga os aparelhos que nenhum outro, entre os que estão filtrados, supera ao mesmo tempo em nota e em preço.

De onde vem a nota?

Da ficha técnica do aparelho: chip, tela, câmera, bateria, conectividade e ano de lançamento, com pesos públicos. Ela mostra o que a ficha promete, não como o aparelho se sai no uso. A conta completa está em Como calculamos a nota.

Por que alguns aparelhos aparecem sem nota?

Porque o catálogo não informa componentes suficientes da ficha. Preferimos deixar sem nota a inventar uma. Esses aparelhos ficam fora do gráfico e continuam na tabela, com o preço e o botão para comparar lojas.

O preço do gráfico é o que vou pagar?

É o menor preço de um vendedor confiável do Mercado Livre na data da coleta (loja oficial, ou reputação verde com 100 vendas ou mais). Ele muda sem aviso. O botão Ver menor preço abre o Radar dos Produtos, que compara as lojas na hora e mostra o valor atual.

Leia também

De onde vêm os números

Cada régua é um critério do Radar, não uma norma: escolhemos pisos de armazenamento, RAM, bateria e rede que atendem o uso descrito. Os números (quantos aparelhos passam, mediana de preço, os mais baratos) saem do catálogo da coleta, de vendedores confiáveis do Mercado Livre.

O guia orienta a decisão e não indica um aparelho para você: o preço final vale na loja e a nota de ficha técnica não mede foto real nem durabilidade.

Coleta de 03/10/2026.